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domingo, 24 de julho de 2011

A Paz Vencerá

Vivemos momentos cruciais no planeta, e muitos têm as suas convicções de justiça abaladas. Alguns descrêem da Providência Divina, acreditando que Deus perdeu o controle de sua criação.

Logicamente, esta é uma observação destituída de
razão, porque aquilo que parece falta de controle está debaixo de um rigoroso planejamento.

D
eus concede a liberdade para que o Homem possa crescer.

D
eus preside os destinos do Universo, e nós estamos inseridos nessa comunidade universal. Podemos parecer impotentes ante a sanha da violência, não só a do terrorismo, mas a do crime organizado, das quadrilhas de traficantes, dos crimes passionais, da miséria, da fome e até da violência doméstica e sexual. O que fazer?

Entreguemos nossas vidas e o nosso mundo a D
eus, mas não deixemos de fazer a nossa parte em prol do bem geral; pois, no mundo, somos instrumentos de Deus para a pacificação, para a justiça social e para o amor. Só assim o mundo terá sanidade.

Não importa o nome que damos a D
eus ou como o concebemos. O que importa, realmente, é que Deus não pode ser mau, protecionista, rancoroso ou vingativo. Concebemos Deus conforme nos ensinaram os espíritos: Inteligência suprema e causa primeira de todas as coisas.

O Cria
dor deu a cada espírito o livre-arbítrio e uma meta a alcançar: a perfeição. Temos liberdade de agir como quisermos, porém somos responsáveis pelos nossos atos; o que equivale a dizer: somos livres para semear, mas somos obrigados a colher.

Toda essa onda de violências vai passar, e o mundo entrará numa era de paz e realizações. Corrigiremos as in
justiças, sanearemos a moral, acabaremos com a fome, e cuidaremos para que todos tenham o suficiente para viver com dignidade.

Este é o desafio que temos de enfrentar, mas com certeza venceremos.

sábado, 23 de julho de 2011

A ação da amizade

Vez que outra, é bom nos determos, por alguns minutos, para refletir um pouco sobre a ação da amizade em nossas vidas.
A amizade é o sentimento que une as almas umas às outras, gerando alegria e bem-estar.
A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar as forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.
Inspiradora de coragem e de abnegação, a amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas.
Há, no mundo moderno, muita falta de amizade!
O egoísmo afasta as pessoas e as isola.
A amizade as aproxima e irmana.
O medo agride as almas e as infelicita.
A amizade apazigua e alegra os indivíduos.
A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações.
Na área dos amores de profundidade a presença da amizade é fundamental.
Ela nasce de uma expressão de simpatia e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma.
Quando outras emoções se enfraquecem no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada das pessoas que se estimam.
Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria.
Ela é meiga e paciente, vigilante e ativa.
Discreta, se apaga, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.
Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.
A amizade é fácil de ser vitalizada.
Cultivá-la, constitui dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra o êxito, se avança com aridez na alma ou indiferente ao enlevo da sua fluidez.
Quando passam os impulsos sexuais do amor nos cônjuges, a amizade fica.
Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união.
A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões, dá-nos até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é a meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.