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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Frases.


Se alguém te desfecha vibrações contrárias à tua felicidade, endereça a esse alguém a tua silenciosa mensagem de harmonia e de amor com que lhe desejas felicidade maior.
Paz e Renovação. Emmanuel

Despeito - um tirano oculto
Que faz vitimas sem fim.
Nos símbolos da Escritura,
A inveja matou Caim.
Trovas do Mais Além. Fidélis Alves

Dá de teu campo de amor,
Tanto aos santos quanto aos brutos,
As árvores não conhecem
Quem lhes colhe os próprios frutos.
Trovas do Mais Além. Fidélis Alves

Nunca admita que o bem possa ser praticado sem dificuldade.
Paz e Renovação. André Luiz

Quando o tédio te procura, vai à escola da caridade ela te acordará para as alegrias puras do bem e te fará luz no coração, livrando-te das trevas que costumam descer sobre as horas vazias.
Coragem. Emmanuel

Não creias que possas desfrutar, em caráter permanente, de benefícios que não plantaste.
No Portal da Luz. Emmanuel

Felicidade é lavoura
Em que servir é dever
Tanto mais a gente planta
Quanto mais pode colher.
Trovas do Mais Além. Deraldo Neville

O trabalho digno é a cobertura de sua independência.
Sinal Verde. André Luiz

Amigo, você já reparou o efeito renovador de um sorriso?
Ideal Espírita. Valérium

Se você tem qualquer mágoa remanescente da véspera, comece o dia, à maneira do sol:
- Esquecendo a sombra e brilhando de novo.
Sinal Verde. André Luiz

Trabalho será sempre o prodígio da vida criando reconforto e progresso, alegria e renovação.
Coragem. Emmanuel

O braço sem capital -
Engelho que se amofina
O capital sem o braço -
Cachoeira sem usina.
Orvalho de Luz. Albérico Lobo

Na morte, convém saber,
É novo câmbio a seguir.
Quem guardou, toca a perder,
Quem deu, vem a possuir.
Orvalho de Luz. Américo Falcão

Amor puro,- dom perfeito,-
Não muda seja onde for.
Amor que morre no peito
No fundo não era amor.
Trova do Mais Além. Sabino Batista

Sempre que o espinho da maledicência repontar nas flores do entendimento amigo, procure isolá-lo em algodão de bondade, sem desrespeitar os ausentes e sem ferir aos que falam.
Sinal Verde. André Luiz

Não critique, auxilie.
Sinal Verde. André Luiz

Se tempestades sempre novas te vergastam a alma, continua semeando... E, se banimentos e solidão devem constituir a herança transitória do teu destino recorda o divino semeador que, embora piedoso e justo, preferiu a cruz por amor à verdade. E prossegue semeando, mesmo assim, na certeza que Deus te basta, porque tudo passa no mundo, menos Deus.
Ideal Espírita. Meimei

Quando a rosa se desabotoa na paisagem, não quer saber quantos espinhos se lhe cravam na haste; espalha perfume e beleza, atenta ás finalidades para as quais se vê nascida.
Passos da Vida. Emmanuel

No que tange a sofrimentos do amor, só Deus sabe onde estão a queda ou a vitória.
Sinal Verde. André Luiz

Lembra-te de que o débito da ternura e da gratidão jamais termina.
No Portal da Luz. Emmanuel

Sofremos, sim... Mas nem tanto...
A dor mais dura e feroz
É a dor do orgulho ferido,
Rugindo dentro de nós.
Orvalho de Luz. Eugênio Rubião

Apenas Deus pode julgar o intimo de cada um.
Sinal Verde. André Luiz

Alegria de uma casa
Tem este preço comum:
Um tanto de caridade
Da parte de cada um.
Orvalho de Luz. Múcio Teixeira

A humildade é um anjo mudo.
Sinal Verde. André Luiz

Não exija perfeição nos outros e nem mesmo em você, mas procure melhorar-se quanto possível.
Coragem. André Luiz

Abriga-te na humildade,
Não busque mundana estima.
O ouro afunda no mar,
A palha fica por cima.
Orvalho de Luz. Regueira Costa

Quem vive de se ferir, acaba na condição de espinheiro.
Sinal Verde. André Luiz

Quem diz que o tempo traz apenas ilusões é que não tem feito outra coisa senão iludir-se.
Sinal Verde. André Luiz

Tudo vence no caminho
Mesmo os empeços mais vastos,
Quem traz a cabeça nova
Em cima dos ombros gastos.
Orvalho de Luz. Teotônio Freire

Mero dever melhorar-nos, melhorando o próprio caminho em regime de urgência. Todavia, abstenhamo-nos do hábito de remexer inutilmente as feridas, alargando-lhes a extensão.
Paz e Renovação. Emmanuel

O amor verdadeiro auxilia sem perguntar.
Sinal Verde. André Luiz

Ciência clara do acerto
Enfeixada em nota breve:
Distinguir o que se pode
Daquilo que não se deve.
Trovas do Mais Além. Boris Freire

Ame sem exigências, aceitando as criaturas queridas como são, sem pedir-lhes certificados de grandeza.
Paz e Renovação. André Luiz

Dos conceitos sobre o amor
Tenho este por mais nobre;
Com amor o pobre é rico,
Sem amor o rico é pobre.
Orvalho de Luz. Toninho Bittencourt

Diante de quaisquer transes da vida, tudo venceremos se nos dispusermos a esquecer o mal, crer no bem e servir com amor.
Paz e Renovação. Bezerra de Menezes.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

A benção do Perdão. !!!!!

Uma nuvem espessa pairava sobre a alma daquela mãe sofrida...
O seu jovem filho, criado com amor e desvelo, fora assassinado por um amigo dominado pelas drogas.
O desespero e a amargura eram suas companhias permanentes.
Os olhos fundos e a palidez denunciavam as noites de insônia e a falta de alimentação.
Uma amiga a convidou, talvez inspirada pela Providência Divina, a buscar ajuda do orador e médium espírita de extrema seriedade e profunda dedicação ao bem, Divaldo Pereira Franco.
Era início da noite na cidade de Salvador, no Estado da Bahia, quando as duas senhoras adentraram a casa espírita singela, onde o médium atende aqueles que o procuram em busca de consolo e esperança.
Divaldo percebeu que se tratava de um caso grave e atendeu aquela mãe prontamente, com grande ternura.
Aos poucos, a senhora ia contando o drama ocorrido, falando que um amigo do filho o havia alvejado por motivos banais, de ligeiro desentendimento entre ambos.
Enquanto a genitora narrava o seu drama, aproxima-se do médium a benfeitora espiritual Joanna de Ângelis, trazendo o jovem assassinado, ainda convalescente, e diz a Divaldo para transmitir à mãe sofrida, algumas palavras do filho.
Naquele momento o filho, tomando emprestada a aparelhagem fonadora do médium, fala à mãezinha palavras de conforto.
Disse para que não cometesse o suicídio, como estava pretendendo, pois esse crime a afastaria ainda mais dele, e por mais tempo.
Pediu à mãe que se lembrasse da mãe do amigo que cometera o crime e agora estava detido pelas grades da justiça humana, numa cadeia, entre criminosos comuns.
Aquela mãe, sim, era muito infeliz, pois seu filho era o verdadeiro desgraçado e não ele, que agora estava sob o amparo de amigos espirituais atenciosos e fraternos.
Ao ouvir a voz inconfundível do filho querido, que julgava ter desaparecido para sempre, a mulher abraça com ternura o médium, por cuja boca se podiam ouvir as palavras amáveis e lúcidas do jovem assassinado.
Sob a inspiração da benfeitora do Além, Divaldo aconselha a mulher a considerar o estado de alma da outra mãe, da mãe do assassino, e pensar na possibilidade do perdão.
Na semana seguinte, quando o médium baiano se preparava para atender aqueles que o buscavam na singeleza da casa espírita, vê adentrarem a sala duas senhoras, pálidas e de aspecto sofrido.
Uma ele já conhecia, a outra lhe era estranha.
Quando chegou a vez de atendê-las, a mulher, que estivera ali na semana anterior, lhe apresentou a companheira, dizendo ser a mãe do amigo do seu filho.
O médium entendeu que ela havia seguido os conselhos ali recebidos e buscava ajudar aquela mãe mais infeliz que ela própria.
Conversaram por longo tempo.
Ao se despedir das duas senhoras, Divaldo percebeu que um raio de luz penetrava suavemente aquelas almas doloridas.
A luz do perdão se fazia bênção de paz e gerava serena harmonia naqueles corações dilacerados pela dor da separação dos filhos bem-amados, embora por motivos diversos.
Na medida em que o tempo foi passando, as duas mães encontraram motivos para voltar a sorrir, e juntas visitavam o jovem no cárcere.
Fundaram uma casa de recuperação de toxicômanos para ajudar outros tantos jovens a se libertar das cadeias infelizes das drogas.