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terça-feira, 13 de março de 2012

Mansidão e Piedade

Mansidão e Piedade



Se caminhas sob chuvas de impropérios e maldições, cultiva a

mansidão e exercita a piedade.

Se atravessas provas rudes, assoalhadas por aflições contínuas, guarda-te

na mansidão e desenvolve a piedade.

Se sofres agressões prolongadas, que se não justificam, permanece com mansidão e desenvolve a piedade.

Se tombas nas ciladas bem urdidas, propostas por adversários encarnados ou não, mantém-te em mansidão e esparze a piedade.

Se te açodam circunstâncias rudes e tudo parece conspirar contra tuas lutas de redenção, não te descures da mansidão nem da piedade.

Aclamado pelo entusiasmo passageiro de amigos ou admiradores, sustenta a mansidão e insiste na piedade.

Guindado a posições de relevo transitório e requestado pelo momento de ilusão, não te afaste da mansidão da piedade.

Carregado de êxitos terrenos e laureado por enganosas situações, envolve-te na mansidão e não te distancies da piedade.

Recomendado pelas pessoas proeminentes ou procurado pelos triunfos humanos, persevera com mansidão e trabalha com piedade.

Mansidão e piedade em qualquer circunstância, sempre.

A mansidão coloca-te interiormente indene à agressividade dos que se comprazem no mal e a piedade envolve-os em vibrações de amor.

A mansidão faz-te compreender que necessitas de crescimento espiritual e, por enquanto, a dor ainda se torna instrumento educativo. A piedade evita que mágoas ou seqüelas de aborrecimento tisnem os teus ideais de enobrecimento.

A mansidão acalma; a piedade socorre.

Com mansidão seguirás a trilha da humildade e com a piedade prosseguirás retribuindo com o bem a todo e qualquer mal.

A mansidão identifica o cristão e a piedade fala das suas conquistas interiores.

- "Bem-aventurados os mansos e pacificadores - ensinou Jesus - porque

eles herdarão a Terra"... feliz do continente da alma imortal.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Persevera na Fé


Quando a aflição adentra o coração do homem sem fé, ele perturba-se, deixando-se confundir.
Quando as preocupações ocupam um lugar destacado na mente, em detrimento da reflexão e da ponderação, o homem perturba-se, perdendo um tempo valioso.
Se o homem, todavia, usasse a sabedoria contida nos ensinamentos do Evangelho, evitaria, por certo, horas de aflição e preocupações inúteis, que o conduzirão a desregramentos da saúde afetada pela angústia persistente. Escutando o Evangelho, espantaria as nuvens da preocupação e confiaria nas promessas de Jesus, caminhando tranqüilo na senda da vida.
Mas o homem é apressado, esquecendo muito rápido os ensinamentos do Mestre, que nos concita a confiar nele quando estivermos aflitos e preocupados, recordando que Ele nos confortaria.
Essa promessa do Cristo permanece imutável e permanecerá para todo o sempre.
Entreguemos a Ele as nossas aflições e Ele nos suavizará o peso das nossas cruzes.